Portadores de necessidades especiais mergulham nas Cagarras
A recente unidade de conservação, chefiada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Monumento Natural (MoNa) das Ilhas Cagarras, recebeu praticantes de mergulho esportivo adaptado. O Projeto Ilhas do Rio teve o prazer de apresentar este paraíso para um grupo especial, que mergulhou pela primeira vez no local e conheceu de perto o trabalho de pesquisa científica que vem sendo realizado.
O primeiro contato da equipe com este grupo foi durante a Exposição do MoNa Cagarras, realizado em Março deste ano, no Forte de Copacabana. Naquele momento, todos se encantaram com o que viram e então, nasceu a ideia de participarem de um mergulho.
A atividade aconteceu no início do mês e foi um sucesso! O aprendizado da nossa equipe foi grande, pois eles ensinaram uma nova forma de apreciar o fundo do mar.
Na reportagem feita pela TV GLOBO, a médica e cadeirante Adriana fala sobre o prazer em mergulhar e dá detalhes sobre o que sente quando está lá embaixo:
-“É uma experiência ímpar, você se sente autônomo, não precisa de nada, faz tudo, fica leve e não sente dor”.
Se pararmos e prestarmos mais atenção, os sentidos podem ser aguçados. Sentir a densidade da água, o gosto, a temperatura, o silêncio, flutuar e ter a sensação de estar em outro mundo. Você existe como um mero espectador, toda aquela natureza está ali, bem perto, e precisa de todos nós para ser preservada.
Para nós do projeto, presenciar esses momentos é algo único e nos ensinam a mergulhar com mais intensidade e admiração. Perceber todos os detalhes, que muitas vezes podem passar despercebidos e que fazem a diferença nos resultados de nossas pesquisas.
Obrigado aos nossos companheiros de mergulho, pelo exemplo e aprendizado!
Para quem ainda não viu a matéria do “Bom dia Rio”, na rede GLOBO, segue o link:
http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-rio/v/deficientes-fisicos-fazem-mergulho-nas-ilhas-cagarras-no-rio/1935702/
Equipe de Comunicação Projeto Ilhas do Rio
As Aves das Ilhas Cagarras: o 2º maior ninhal de Atobás e Fragatas do litoral brasileiro.
De acordo com as pesquisas de aves do Projeto Ilhas do Rio, realizadas no Monumento Natural das Ilhas Cagarras, as populações de Atobás-marrons e Fragatas são a segunda em tamanho de toda a costa brasileira. Os dados ainda estão sendo analisados com mais profundidade, mas com certeza, temos mais de 5.000 fragatas, e cerca de 2.000 atobás habitando estas Ilhas.
Infelizmente, no litoral carioca, as populações destas aves são fortemente impactadas pela poluição das águas da Baía de Guanabara. O lixo plástico que flutua no mar é coletado por elas, que o confundem com alimento ou material para a construção de ninhos.
Outro problema é que com a presença constante de pescadores e visitantes, que ao subirem nas Ilhas ou buzinarem com as suas embarcações, espantam as aves que voam assustadas, abandonando ninhos com ovos ou filhotes pequenos, que acabam se tornando vítimas de insolação, frio, ou predação.
As linhas de pesca também representam uma grande ameaça às fragatas. Como são abandonadas por pescadores, ficam presas na vegetação, deixando as aves expostas a esse cenário. Elas se embolam nas linhas, não conseguindo mais se soltar e por fim, acabam morrendo. Essa é uma visão relativamente comum na Ilha Redonda.
Atualmente, existem apenas dois trabalhos que falam sobre a Avifauna do arquipélago, eles citam somente aves aquáticas e marinhas, ignorando as aves terrestres de menor porte. Durante nossas visitas às ilhas, já registramos 10 espécies de aves terrestres que não haviam sido registradas anteriormente. Pretendemos passar uma noite em pelo menos duas Ilhas do arquipélago para poder realizar um levantamento mais completo. Por que à noite? Porque os horários de maior movimentação e vocalização das aves são as primeiras horas do dia e as últimas horas da tarde. Além disso, será possível registrar espécies de hábito noturno. Quando tivermos mais novidades passamos para vocês. Até a próxima!
Pesquisadora e Bióloga Larissa Cunha
Um dia de pesquisa na Ilha Redonda
Diário de bordo com a Bióloga Larissa Cunha
Começamos nosso dia bem cedo, às 7 horas, embarcamos na Marina da Glória, eu e minhas estagiárias: Janeide e Thais, rumo à Ilha redonda. O trajeto é calmo e quando chegamos, temos que mergulhar no mar e nadar até a pedra, esperar um momento bom, entre uma ondulação e outra, para subir. É necessário usar tênis, pois a pedra é coberta por mexilhões, ouriços e outros invertebrados, que cortam muito.
Depois de passar pelos incrustantes, temos que tomar cuidado com a faixa escura na pedra. Ela é composta por um limo que quando molhado escorrega muito! Precisamos ser rápidas para que a próxima onda não nos pegue e carregue todo o equipamento.
Uma vez na Ilha, trocamos a roupa e começamos a trabalhar. Na Redonda o trabalho é com as fragatas. Pegamos os filhotes dos ninhos que estão marcados e medimos o bico, tarso, asa e cauda, além do peso. Coletamos o regurgito (conteúdo estomacal expelido pela ave como estratégia de defesa) para identificar os itens da dieta alimentar e cortamos algumas penas para analisar poluentes orgânicos.
Quando o filhote atinge um determinado tamanho colocamos uma anilha, que possui um número de série que não se repete, para que possamos identificar e acompanhar cada ave individualmente, mesmo após elas deixarem o ninho. Durante esse processo levamos bicadas e unhadas, mas encaramos tudo como parte do trabalho.
O calor é tão intenso que temos que beber água a cada 20 minutos. No final do trabalho estamos extenuadas, mas a Janeide gosta tanto do trabalho que costuma se emocionar quando segura um filhote de fragata. Desta vez ela capturou uma fêmea que estava no ninho, e que eu já havia tentado capturar duas vezes, sem sucesso.

Vocês precisavam ver a felicidade dela… Da primeira vez que a Janeide esteve na Redonda, havia ficado um pouco frustrada, pois os machos não estavam com seu saco gular vermelho inflado (quando ficam com o papo grande e vermelho, isso acontece durante o período de reprodução, quando eles estão cortejando a fêmea). Desta vez, ela viu e mais uma vez se emocionou! Dá gosto de trabalhar com ela!
Na hora de manusear os animais é preciso ter muita atenção, os filhotes se agarram tão firmemente ao ninho que se tentarmos tirá-los rapidamente podemos arrancar uma unha! As asas são enormes, mais de 2 metros de envergadura, e podem se quebrar se a ave não for manuseada com cuidado.
Quando chegamos é sempre um suplício mergulhar na água gelada e encarar a subida na pedra. Mas ao término da pesquisa, após um dia de trabalho de baixo do sol, nos jogamos facilmente na água para subirmos no veleiro. Voltamos renovadas, com a consciência tranquila de que mais esse dia de trabalho irá fazer a diferença em todo o projeto.
Larissa Cunha
A EXPOSIÇÃO INTERATIVA SOBRE O MONA CAGARRAS FOI UM SUCESSO!

Inaugurando nosso primeiro post do Blog Projeto Ilhas do Rio, não poderíamos falar de outra coisa: A Exposição do Forte de Copacabana. Tivemos visitas de colégios, famílias, turistas, curiosos, esportistas, biólogos, cariocas orgulhosos e apaixonados pela natureza.
Ficamos felizes em saber que, de acordo com nossa pesquisa, 90% dos visitantes acharam a exposição excelente ou muito boa e recebemos inúmeros comentários gratificantes.
Gostaríamos de agradecer a todos que compareceram e nos ajudaram a divulgar a Exposição. Foi um sucesso total, com mais de 2.000 mil pessoas presentes, agora temos o sentimento de dever cumprido.
Nosso objetivo com esse evento foi divulgar o Projeto Ilhas do Rio e o Monumento Natural das Ilhas Cagarras (MoNa Cagarras), falar sobre a preservação e da biodiversidade local e fazer as pessoas entenderem a importância de termos algo tão precioso, tão perto de nós.
Muitos ainda não sabem da existência do MoNa Cagarras, nosso trabalho ainda está no começo, queremos que todos nos ajudem a divulgar a mais nova Unidade de Conservação Marinha do Rio de Janeiro e, principalmente, nos ajudem a preservá-la.
Teremos outra exposição no próximo ano, quem perdeu essa, sinta-se convidado!
Abraços ecológicos!
Equipe Ilhas do Rio
Confira mais fotos da exposição.
Para quem ainda não viu:
http://g1.globo.com/videos/rio-de-janeiro/rjtv-2edicao/t/edicoes/v/exposicao-mostra-as-belezas-e-a-diversidade-das-ilhas-cagarras/1867888/
http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/fotos/fotos-revelam-as-belezas-naturais-das-ilhas-cagarras-20120322-3.html#fotos
http://invertia.terra.com.br/sustentabilidade/noticias/0,,OI5677138-EI10411,00.html
http://vejario.abril.com.br/especial/exposicao-ilhas-rio-679993.shtml
http://vivario.org.br/agenda/i-exposicao-interativa-sobre-o-monumento-natural-das-ilhas-cagarras/
http://www.terradagente.com.br/noticias/NOT,0,0,392783,Ilhas+Cagarras+em+exposicao.aspx
http://www.naval.com.br/blog/2012/03/21/exposicao-no-forte-de-copacabana-traz-imagens-ineditas-das-ilhas-cagarras/#axzz1si5Y8EV1
http://fatosedados.blogspetrobras.com.br/2012/03/21/exposicao-sobre-primeira-unidade-de-conservacao-marinha-do-litoral-carioca/
Embarcando nas Cagarras
Venha para a exposição do projeto Ilhas do Rio no Forte de Copacabana.
Quem estiver no evento, vai ter a chance de participar do sorteio “Embarcando nas Cagarras”.
O prêmio será um passeio de barco, acompanhando um dia de pesquisa nas Ilhas Cagarras. Ainda poderá levar mais um sortudo junto! Vai perder essa ?
*apenas maiores de 18 anos poderão participar. Leia todo regulamento abaixo.
Exposição no Forte:
Quando: Entre os dias 21 e 25 de março
Horas: 10hrs às 18hrs
Onde: Forte de Copacabana- Posto 6
Entrada: R$ 4 inteira e R$ 2 meia
Caso não saiba, as Ilhas Cagarras são um Monumento Natural, a mais nova Unidade de Conservação Marinha do Rio de Janeiro! Está aí sua oportunidade de ficar por dentro e se divertir. Teremos um espaço infantil, tragam suas crianças!
Compartilhem e compareçam!!!
www.ilhasdorio.org.br / @ilhasdorio
Regulamento:
.Ser maior de 18 anos para participar do passeio (tanto o ganhador como o acompanhante)
.O sorteio será realizado no domingo (último dia do evento) e o resultado será divulgado nas redes sociais (facebook e twitter) no dia 28 de março. Também entraremos em contato diretamente com o ganhador.
.O passeio será realizado no mês de abril, provavelmente em um dia útil. À confirmar com o ganhador.
.O passeio do barco será gratuito para o ganhador e seu acompanhante.
.O projeto Ilhas do Rio não se responsabiliza por passagens ou outros gastos pessoais
que necessitem ser feitos pelos ganhadores para participarem da promoção.
.O embarque e desembarque do barco ocorrerão na Marina da Glória- RJ, o ganhador e seu acompanhante, deverão encontrar a equipe no local.
.É necessária a chegada do ganhador às 7:30h na Marina da Glória. Tolerância de espera de 30 minutos. Após os 30 minutos, o barco sairá independente da chegada do ganhador e acompanhante.
.Início do passeio será às 8h e a chegada pode ser até às 18h. O barco só retornará após a finalização da pesquisa a ser realizada.
.O barco estará provido de coletes salva-vidas e todos a bordo deverão utilizá-los. Contaremos com profissionais habilitados para a realização do passeio.
.O ganhador e seu acompanhante terão que assinar um termo de isenção de responsabilidade para fazer o passeio.
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Voluntários recolhem 78 quilos de lixo das Ilhas Cagarras

Um grupo de cerca cem pessoas partiu, em três barcos, rumo às Ilhas Cagarras, neste sábado e domingo, para limpar o arquipélago, protegido desde 2010 por uma unidade de conservação. Voluntários do projeto Ilhas do Rio, patrocinado pela Petrobras, e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) tiraram 78 quilos de lixo das ilhas, inclusive de sua parte submersa.
O arquipélago costuma receber visitantes, que nem sempre levam seu lixo embora ao deixarem o local, além dos resíduos carregados pelas correntes marítimas para a região.
As garrafas PET lideraram a lista dos objetos encontrados pela turma da limpeza. Dos 27 quilos de plástico retirados das ilhas, oito quilos eram só de garrafas PET. Também foram trazidos de volta para o continente 19 quilos de vidros, 13 quilos de metais e restos de redes de pesca. Em menos quantidade, foram encontrados baterias de caminhão, que são usadas também em barcos, e pneus. O material foi separado e pesado na colônia de pescadores de Copacabana.
Fonte: O Globo – Enviado por Renata Leite - 05.02.2012
Veja também a materia do RJTV 2 edição “Falta de fiscalização nas Ilhas Cagarras preocupa biólogos e pesquisadores“
Desvendando o arquipélago das Ilhas Cagarras
Projeto promove série de palestras com o objetivo de ampliar a informação sobre o local
O arquipélago das Ilhas Cagarras
Da Praia de Ipanema, elas são admiradas por cariocas e turistas: as Ilhas Cagarras chamam a atenção não apenas pela beleza, mas pelo pouco que se sabe sobre sua história, fauna e flora. Mas seus mistérios estão sendo desvendados pelo projeto Ilhas do Rio, patrocinado pela Petrobras. Palestras gratuitas, que acontecem todos os finais de semana, às 17h, no centro de visitantes da colônia de pescadores de Copacabana com o objetivo de fornecer informações sobre o Monumento Natural (MoNa) das Ilhas Cagarras, primeira Unidade de Conservação Marinha de Proteção Integral implementada no litoral carioca.
— Apesar da proximidade com o nosso litoral, existe muito pouca informação sobre a ilha. Os pesquisadores cariocas sabem mais sobre Fernando de Noronha do que sobre as Cagarras, que estão em nosso quintal — diz o coordenador do projeto, Carlos Rangel.
O tema das palestras tem relação com os estudos que vêm sendo feitos pela equipe no arquipélago. Ao todo, são três linhas de pesquisa: a criação de um inventário da fauna e flora marinha e terrestre; o monitoramento ambiental e a educação ambiental.
Um primeiro estudo já apontou a existência de mais de 160 espécies de peixes na região. E um “censo” das aves identificou uma população de aproximadamente 4 mil fragatas, tipo de pássaro marinho. Alíás, a ilha ganhou o nome “Cagarras” devido à grande quantidade de excremento das aves que sobrevoam o arquipélago.
— Conhecer a biodiversidade dessa ilha é essencial para o monitoramento do ecossistema local — afirma Rangel.
Neste fim de semana, as palestras vão discutir a “Educação Ambiental para preservação do MoNa Cagarras”, no sábado, e o “Monitoramento dos Golfinhos no MoNa Cagarras”, no domingo.
A Colônia de Pescadores Z-13 fica no Posto 6 da Praia de Copacabana. Entrada gratuita. Maiores informações pelo 2549-2044.
Leia mais sobre esse assunto
Fonte: O Globo
Projeto Ilhas do Rio na coluna de Anselmo Gois
Clique na Imagem abaixo para ampliar
Ou no link a seguir para ver o mesmo artigo no Blog do Anselmo
http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/posts/2011/11/16/as-fotos-de-hoje-416723.asp
Projeto Ilhas do Rio no Blog do Axel Grael
Projeto Grael passa a compor a Rede de Colaboradores do Golfinho Flíper
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| Golfinhos Flíper em águas no entorno do Arquipélago das Cagarras.
Crédito: Liliane Lodi. (Instituto Mar Adentro) |
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| Golfinho flíper (Tursiops truncatus) |
Ontem (23/09/2011), o Projeto Grael recebeu a visita da pesquisadora e ambientalista Liliane Lodi, uma das mais destacadas estudiosas dos mamíferos aquáticos do nosso litoral, em particular dos golfinhos que habitam a nossa região. Autora de diversos trabalhos científicos e de divulgação sobre a importância de preservação estas espécies, Liliane Lodi fez uma palestra para os alunos do Projeto Grael, dando início a uma perceria: os alunos do Projeto Grael quando estiverem no mar, ajudarão o trabalho científico da pesquisadora observando e registrando as avistagens destes mamíferos.
Com uma enorme extensão geográfica e variedade de ecossistemas, o Brasil é dono de um magnífico patrimônio biológico. Isto é motivo de grande orgulho, mas ao mesmo tempo, envolve uma imensa responsabilidade em criar e implementar estratégias de proteção desses locais e da vida selvagem que neles habita.
Um dos objetivos inseridos no Projeto Ilhas do Rio, sob responsabilidade do Instituto Mar Adentro e patrocinado pela Petrobras Ambiental, é monitorar a dinâmica populacional dos golfinhos-flíper que vem sendo estudada no Arquipélago das Cagarras desde 2004, através da obtenção de dados sobre fidelidade de área, tamanho e composição de grupo e organização social.
O golfinho-flíper é uma espécie comum em águas costeiras do Rio de Janeiro. No entanto, informações sobre seus padrões de ocorrência, distribuição e movimentos ao longo do estado ainda permanecem pobremente conhecidos.
O Projeto Grael irá compor a rede de colaboradores informando dados sobre avistagens ao Instituto Mar Adentro, tais como coordenadas, comportamento, número de indivíduos no grupo, etc. Esses dados são muito importantes para o conhecimento da espécie.
Você também poderá participar, preenchendo a ficha de avistamento que está disponível nos seguintes endereços. Lá também você aprenderá a identificar esta espécie de golfinho:
http://www.cagarras.com.br/
http://www.clubecariocadecanoagem.com.br/
http://www.tempodefundo.com.br/
http://www.ondazul.org.br/
http://www.urcacanoeclube.com.br/
Os golfinhos observados em seu ambiente natural são animais selvagens e podem sofrer várias injúrias e molestamentos se não admirados à distancia, com cuidado e respeito. Interações irresponsáveis com o homem podem ameaçar a saúde e segurança de todos.
Lembre-se: golfinhos podem abandonar uma área se forem continuamente perturbados. Você é parte do esforço global para ensinar as pessoas a protegerem os golfinhos e o seu ambiente.


















