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O Globo – 06 de dezembro
 

 
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O Globo – Caderno Zona Sul – 22 de outubro
 

 
O Dia – Caderno Meio Ambiente – 13 de setembro
 

 
 
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Recicloteca – 04 de setembro
 

 
 
Museu do Meio Ambiente – 04 de setembro
 

 
 
O Globo – Coluna Blog Verde – 01 de setembro
 

 

O Globo – Coluna Gente Boa – 15 de Agosto


 

 

O Globo – Espaço Blog Verde – 20 de Julho

 

 

O Dia – 20 de Julho

 

 

Jornal O Serrano – 19 de Julho

 

 

Eu Tenho Visto – 18 de Julho

 

 

EBC Agência Brasil – 18 de Julho

 

 

Alô Sergipe – 18 de Julho

 

 

EBC Agência Brasil – 18 de Julho

 

 

Jornal do Brasil – online – 18 de Julho

 

 

1/2 AMBIENTE RIO – 15 DE JUNHO

 

 

Gente Boa do Jornal o Globo – 5 de junho

No dia do Meio Ambiente , a coluna Gente Boa do Jornal o Globo a publicou um “bate-papo” com bióloga do Projeto Ilhas do Rio sobre o MoNa Cagarras. Confira o link.
 

 

Museu UFRJ – 15 de Maio



 

Agenda Bafafa – 15 de Maio



 

FORUM UFRJ – 15 DE MAIO DE 2015



 

Sopa Cultural – 15 DE MAIO DE 2015



 

Carioca DNA – Maio de 2015



 

Arte e Cultura – Maio de 2015



 

Agência Brasil EBC – 07 de Maio de 2015



 

Eu tenho visto – 07 de Maio de 2015



 

O que acontece no Rio – 07 de Maio de 2015



 

Veja Rio – 07 de Maio



 

Sopa Cultural – Viva Mata – 06 de Maio de 2015



 

O Globo | Blog Verde – 10 DE MARÇO de 2015. Confira a matéria clique aqui.

 

 

Veja Rio | Histórias Cariocas – 09 DE MARÇO de 2015


 

Veja Rio | Gente Boa – 07 DE MARÇO de 2015


 

Veja Rio | Gente Boa – 07 DE MARÇO de 2015 – Leia Mais, Clique Aqui


 

G1 | RIO 450 ANOS – 06 DE MARÇO de 2015. Confira a matéria clique aqui .

 

 

O GLOBO | Matéria do Jornal O Globo (impresso) publicada na coluna Kogut – 03 de março de 2015.

 

 

Mar Sem Fim – 02 de fevereiro de 2015. Confira a matéria .

 

 

O GLOBO | CADERNO GENTE BOA – 15 de janeiro de 2015.

 

 

O GLOBO | CADERNO GENTE BOA – 18 de Novembro.

 

 

G1 | PROGRAMÃO – Fábio Judice – 15 de Novembro.

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PromoView – 15 de Novembro. Confira

 

O GLOBO | CADERNO RIO SHOW – 14 de Novembro.

 

 

O GLOBO | RIO SHOW on line – 14 de Novembro.

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SENAC – 14 de Novembro.

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Revista Terra da Gente – 14 de Novembro.

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CATRACA LIVRE – 13 de Novembro.

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Carioca DNA – 12 de Novembro.

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Unidades de Conservação no Brasil – 10 de Novembro.

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Revista História Ciências Saúdes Manguinhos | FioCruz – Novembro.

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Revista Cultura Cidadania- 07 de Novembro.

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Portal Brasil – 10 de Novembro.

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Rede UERJ Meio Ambiente- 07 de Novembro.

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TOME CIÊNCIA - Confira a entrevista da Dra. Aline Aguiar Coordenadora do Projeto Ilhas do Rio.


 
 

O GLOBO CADERNO GENTE BOA – 19 de Outubro – Confira



 
 

Debate Alerj, sobre lixo marinho, com a participação da Educadora Ambiental Camila Meireles do Projeto Ilhas do Rio. Confira


 
 

O GLOBO CADERNO ZONA SUL – 16 de Outubro – Confira.

 
 

O GLOBO NA COLUNA ANCELMO.COM – 14 de Outubro - Confira


 
 

GLOBO TV – 22 de Setembro – Clique aqui


 
 

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O DIA – CADERNO DIVERSÃO – 22 de Agosto – Confira


 
 

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Globo TV – Expedição Terra – 09 de Agosto – Confira


 

TV CAMARA – 01 de agosto – Confira

 

O Globo online – 14 de Julho – confira .


VEJA RIO – 13 de Julho

Jornal Extra – Confira

Jornal O Metro – em 27.06.14

 

Revista do jornal O Globo – 22 de Junho

Exposição Itinerante

  • Confira a publicação no Rio Show online – clique aqui
  • .

  • Ilhas Cagarras são tema de exposição no Parque Lage a partir de domingo, clique aqui.
  • O Globo online | Veiculado em 06/06/2014

    Mundo de biodiversidade nas Ilhas Cagarras – clique aqui.

    Site CBN – em 13.05.14 – Confira

     

    Avistadas em 20 ocasiões, baleias-de-bryde encantam litoral carioca | Maio 2014

    Cetáceos da espécie viraram a sensação do verão, e ainda devem aparecer em praias do Rio.
    Confira matéria do O Globo – Clique aqui .

    Dia Internacional dos Museus

    A 12ª Semana de Museus do Rio, desta segunda (12) até domingo (18), traz como tema “Museus: as coleções criam conexões”, ressaltando o vínculo entre culturas, histórias e visitantes. A temporada de eventos comemora o Dia Internacional dos Museus, celebrado em 18 de maio.
    Confira a matéria, clique aqui!

    O Globo/Blog Ancelmo Góis – em 24.04.14 – Confira

    Revista InForMar | Abril 2014 – Matéria: Baleias-de-bryde: Nômades dos oceanos

    Revista do Meio Ambiente | Abril 2014 – Matéria: Baleias á vista.

    Jornal “O Globo” | Veiculado em 24/03/2014

    O Globo online | Veiculado em 24/03/2014

    Leia a matéria, clique aqui.

     

    Website CIDADE DO RIO | Veiculada em 17/03/2014

    Revista digital NOO | Veiculada em 28/01/2014 – Matéria:O Patrimônio das Cagarras

    por Olivia Nachle

     

    O barco vai deixando a Marina da Glória, devagar rumo às ilhas urbanas mais fotogênicas (pode reparar, os melhores cartões postais da cidade têm elas no plano de fundo).

    Aos poucos, as curvas do Rio vão aparecendo e ficando pra trás, sob as bênçãos do Cristo. O bondinho não para de subir e descer, as pessoas nas areias vão virando formiguinhas, os prédios se misturam com o verde das árvores. A visão oceânica do Rio beira infinito de belezas. Quem chamou a cidade de maravilhosa devia estar navegando quando teve esse clique. Mas – ah, por que esses “mas” sempre têm que aparecer? – tem uma coisa que quebra esse infinito. Olha pro mar. Negro. Se fosse natural, teria sua beleza. Mas não é. Foram anos, décadas de descuidado que, num passe de mágica-mistura-aquarela transformaram o azul em marrom.

    A mais ou menos 5km da costa, aquelas figurantes de fotos se tornam gigantes. O Arquipélago das Cagarras deixa de ser coadjuvante pra assumir papel de protagonista, gigantesca no seu tamanho e em todo o potencial que tinha em ser um verdadeiro ponto de vida. Mas (de novo ele), acredite se quiser, até 2 anos atrás, quase não se tinha registros dessa vida toda dessas ilhas. Tão perto da costa e tão longe de interesse. Como não há registros no passado, não dá pra medir o que já se perdeu, mas, como explica o biólogo e pesquisador Carlos A. Rangel, “Comparando com outras áreas similares do Brasil, que são menos impactadas, dá pra ver que a diferença é grande”. Tudo isso por uma série de fatos. É a Baía de Guanabara e toda a massa de sujeira que invade; a falta de saneamento básico na (segunda maior) cidade (do Brasil), que leva ao menos 2/3 do esgoto carioca pros mares; o Emissário Submarino de Ipanema; o intenso tráfico de embarcações. Isso sem falar em todas as décadas de pesca predatória, competições e, até, registros de pesca com dinamite na área. Não precisa falar que isso tudo levou espécies a desaparecem do mapa, como o badejo e a garoupa, que já não são vistos por ali há um bom tempo.

    Na última quinta-feira ensolarada eu e a equipe de pesquisadores do Projeto Ilhas do Rio atracamos fora do limite de 10m permitidos da Ilha Redonda. Sim, agora (há 2 anos, pra ser específica), existe um grupo de pesquisadores que vão frequentemente até as Ilhas para monitorar as espécies que ali habitam (e resistem). E sim, há 3 anos, o primeiro decreto de lei que regulamenta a área entrou em vigor, transformando aquelas ilhas no Monumento Nacional das Ilhas Cagarras, sob gestão do ICMBio, e aplicando algumas restrições, como a permissão de pesca apenas a 10 metros delas.

    “O nosso objetivo é trazer informação de uma área que já recebeu e ainda recebe muito impacto, mas que ainda preserva muita vida”, conta Carlos, que também é supervisor da pesquisa técnico-científica do Projeto e esteve presente desde o começo, quando um grupo de biólogos marinhos se uniram para escrever um projeto que seria inscrito no edital para financiamento da Petrobrás. Conseguiram. “Os custos para realização dessas pesquisas é alto, é importante ter uma empresa privada por trás”, conta. No fim do ano passado, fecharam a primeira etapa de levantamento das espécies marinhas e terrestres dali. Agora, na segunda fase, a ideia é monitorar os dados, pra ver o que muda, além de ampliarem a pesquisa para outras ilhas, fora do limite do Arquipélago. Vão rolar, também, mutirões de limpezas das ilhas. É que é aquela coisa: a bicharada diariamente tem que aprender a conviver com a sujeira. De latinha de cerveja a celular, tem de tudo, pro gosto do cliente. Rir pra não chorar, sabe?

    De sobra, rolam aquelas surpresas agradáveis: ao longo dos primeiros meses de pesquisa, foram encontrados artefatos que pertenciam a populações pré-coloniais. E que nunca, nunquinha, tinham sido cogitados. Agora, na segunda fase do projeto, equipes de arqueologia vão se juntar aos pesquisadores. Já parou pra pensar nos séculos de história que essas ilhas carregam?

    De longe, elas ficam ali, solitárias, enfeitando a paisagem. De perto, carregam todo o peso de abrigar a vida que uma cidade grande nem imagina poder ter por perto. A legislação ainda não é perfeita. 10 metros de proteção são apenas 10 metros. Mas é aquela coisa. Décadas de atraso não são corrigidas da noite pro dia. Ela é a primeira Unidade de Conservação Marinha da costa do Rio de Janeiro. Em paralelo, é o primeiro trabalho pra catalogar os seres vivos dali. O primeiro passo é sempre um dos mais importantes.

    E de dentro da água, boiando longe do barulho da cidade, sob o som das fragatas (ali elas reinam, é o segundo maior ninhal da espécie), fica difícil entender o porquê de tanto tempo deixadas ao léu. Pequenininhos perto do tamanho delas, a gente não tem nem noção do tamanho do nosso impacto. Mas uma ponta de otimismo brota ao ver gente envolvida não com a pesquisa, mas com a causa. Sempre é tempo de voltar atrás.

    Fonte: NOO

    Documentário no Programa “Sobre Rochas” NA GLOBOSAT – Veiculada em 18/01/2014

    Matéria de Educação Ambiental no jornal O Globo

    Nesta quinta-feira, dia 25/10/2013, o Projeto Ilhas do Rio saiu no Caderno Zona Sul do Globo!

    Matéria do Projeto Ilhas do Rio no caderno Zona Sul do Globo

     

    A matéria abordou o trabalho realizado pela nossa equipe de Educação Ambiental que, através de palestras educativas, divulga o projeto em colégios públicos e particulares da Zona Sul. A escolha desta região deve-se à proximidade dos bairros com as ilhas.

    O objetivo é abranger o maior número possível de crianças e jovens para que conheçam o mais novo Monumento Natural de Proteção Integral Marinho da Cidade do Rio de Janeiro, entendam sua importância e ajudem a preservá-lo.
    Entrevistamos a Coordenadora de Educação Ambiental do projeto, Flávia Brasil, confiram abaixo:

     

    Qual o objetivo de dar palestras para esse público mais jovem?

     

    Acredito que a consciência de preservação do meio ambiente deve ser estimulada logo na infância e o ambiente escolar é o local mais apropriado para atingir esse objetivo. É muito importante que todos os moradores do Rio de Janeiro conheçam a riqueza dessas ilhas, que estão tão próximas das nossas praias. Crianças bem informadas e conscientes se tornam adultos mais preocupados com a proteção do ambiente em que vivem.

     

    As alunos ficam interessados e fazem muitas perguntas?

     

    Sim, tenho ficado bastante surpresa com o interesse dos alunos. Eles ficam muito curiosos, principalmente quando menciono a descoberta de espécies novas nas ilhas, tanto animais quanto vegetais. E o mais surpreendente é que, sempre quando a escola me avisa que a turma para qual irei palestrar é uma turma difícil, “bagunceira”, são sempre as melhores palestras em termos de atenção e participação.

     

    Conte uma pergunta que você achou interessante.

     

    Não foi bem uma pergunta, mas uma elaboração de uma teoria para explicar os artefatos indígenas que encontramos no alto da Ilha Redonda. Um aluno sugeriu que os índios poderiam ter subido com mais facilidade nessa ilha, que tem mais de 250 metros de altura, porque o nível do mar na época poderia ser mais alto. Mesmo sabendo que essa hipótese não seria possível, já que os artefatos a princípio são de 1000 anos atrás, achei bastante inteligente o pensamento do aluno, principalmente por se tratar de uma turma do Ensino Fundamental.

     

    Como se sente sabendo que seu trabalho faz a diferença e ajuda a informar as pessoas sobre as Ilhas Cagarras?

     

    Estou muito feliz e satisfeita. Tenho tido um ótimo retorno das palestras, tanto com a participação dos alunos quanto a procura, cada vez mais, de muitas escolas!

     

    Quais são os próximos eventos do projeto que ocorrerão para a Educação ambiental da população?

     

    O próximo evento será a nossa grande Exposição no Forte de Copacabana, no início do ano que vem. Serão cinco dias expondo todo o resultado das pesquisas nas ilhas, desde fotos e vídeos a nossa coleção zoológica. Excelente oportunidade para os cariocas e turistas conhecerem tudo sobre o Monumento Natural das Ilhas Cagarras. Estamos fechando a data e em breve poderemos começar a divulgação.

    Matéria sobre a exposição realizada no forte de Copacabana publicada no site R7

    | Data 22/03/2012

    Confira, clique aqui .

    Matéria sobre a exposição realizada no forte de Copacabana publicada no site Terra

    | DATA 21/03/2012

    Ilhas Cagarras: exposição no Rio mostra a riqueza da UC

    Começa hoje, no Forte de Copacabana, no Rio, e vai até domingo a 1.ª Exposição Interativa Sobre o Monumento Natural das Ilhas Cagarras. As ilhas estão localizadas na frente da Praia de Ipanema. A mostra vai contar com palestras, painéis informativos, oficinas de pintura, filmes e fotos das ilhas e da fauna e flora.
    Criado em 2010, o Monumento Natural das Ilhas Cagarras é uma unidade de conservação (UC) de proteção integral situada a cerca de 5 quilômetros da orla da Praia de Ipanema. O Monumento é composto pelas Ilhas Cagarras, Palmas, Comprida e Redonda e as ilhotas Filhote da Cagarras e Filhote da Redonda e, também, pela área marinha num raio de 10 metros ao redor destas ilhas e das ilhotas.
    A Unidade de Conservação tem como finalidade preservar os remanescentes do ecossistema insular do domínio da Mata Atlântica, os refúgios e áreas de nidificação de aves marinhas migratórias e a beleza cênica local.

    Confira, clique aqui .

    Matéria publicada na Veja Rio sobre a exposição no forte de Copacabana

    Exposição mostra a natureza das Ilhas Cagarras

    Em cartaz entre os dias 21 e 25 no Forte de Copacabana, mostra conta com 100 fotos sobre arquipélago carioca

    por Ernesto Neves | 21 de Março de 2012

    Parte da deslumbrante paisagem da orla carioca, as Ilhas Cagarras também integram um santuário ecológico. As belezas naturais do arquipélago formado pelas ilhas Comprida, Redonda e Cagarra, serão exibidas entre os dias 21 e 25 em uma mostra no Forte de Copacabana. Com cerca de 100 fotos, além de vídeos e palestras, o evento faz parte do projeto Ilhas do Rio, da ONG Instituto Mar Adentro. A organização mapeou a fauna e a flora marinha e terrestre da região, que serve de berçário para aves como fragatas e gaivotas e abriga golfinhos da espécie flipper.

    A programação inclui ainda amostras de espécies e atividades para crianças, com mesas de desenho e tatuagens temporárias para os pequenos. Única unidade de conservação do litoral carioca, as ilhas passaram por uma faxina promovida pela mesma ONG recentemente, quando foram recolhidos 78 quilos de lixo por voluntários, com destaque para a grande quantidade de garrafas pet. Iniciado em 2011, o projeto terá duração de dois anos.

    Confira, clique aqui .

    Matéria publicada no site da instituição Viva Rio sobre a exposição no forte de Copacabana

    Exposição Interativa sobre o Monumento Natural das Ilhas Cagarras

    A exposição, realizada pelo Projeto Ilhas do Rio, oferece um espaço de divulgação do projeto e do Monumento Natural das Ilhas Cagarras (MoNa Cagarras) através das seguitnes temáticas: 1) Histórico da área; 2) Meio ambiente do MoNa Cagarras; 3) Noções da legislação que rege o Mona Cagarras; 4) Turismo em Unidade de Conservação e conduta consciente em ambientes marinhos; 5) Projeto Ilhas do Rio. Atividades lúdicas e educativas, palestras e oficinas fazem parte da programação dos cinco dias de exposição.

    De 21 a 25/03/2012
    Horário: das 10 às 18h
    Local: Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana – MHEx/FC posto 6

    Confira, clique aqui .

    Matéria publicada no site da Petrobras sobre a exposição no forte de Copacabana

    EXPOSIÇÃO SOBRE PRIMEIRA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO MARINHA DO LITORAL CARIOCA

    Pouco depois de ganhar sua primeira Unidade de Conservação de Proteção Integral, o Monumento Natural do Arquipélago das Ilhas Cagarras, a cidade do Rio de Janeiro irá receber, nesta semana, uma exposição pioneira sobre o tema.
    Entre os dias 21 e 25 de março, quem passar pelo Forte de Copacabana entre 10h e 18h poderá ver amostras de espécies coletadas (que hoje fazem parte do acervo zoológico do Museu Nacional), além banners e mais de cem fotos que revelam curiosidades sobre a fauna e flora do local, que ainda é pouco conhecida pela população. Aos finais de semana, haverá palestras gratuitas sobre o funcionamento e as curiosidades sobre o Monumento, a primeira e única unidade de conservação marinha do litoral carioca.
    A programação de estreia traz, no sábado (24/03), uma apresentação sobre as linhas gerais do projeto Ilhas do Rio, o responsável pela iniciativa, e em seguida uma palestra sobre as aves encontradas no arquipélago, considerado o segundo maior ninhal da América do Sul. No domingo, o tema será os golfinhos e as atividades que o projeto promove no Centro de Visitantes da colônia de pescadores Z13, em Copacabana.
    A exposição integra as ações do Ilhas do Rio, da ONG Instituto MarAdentro, patrocinada da Petrobras, e irá mostrar o resultado das pesquisas realizadas até o momento pela equipe do projeto.

    Confira, clique aqui .

    Matéria publicada no site Poder Naval sobre a exposição no forte de Copacabana

    Exposição no Forte de Copacabana traz imagens inéditas das Ilhas Cagarras

    O projeto Ilhas do Rio, da ONG Instituto MarAdentro, com patrocínio da Petrobras por meio do Programa Petrobras Ambiental, promoverá sua primeira exposição sobre o Monumento Natural das Ilhas Cagarras (MoNa Cagarras), no Forte de Copacabana. Entre os dias 21 e 25, o público poderá ver fotos e vídeos sobre o resultado das pesquisas do projeto, que tem como objetivo a elaboração de um plano de manejo para o arquipélago.

    A exposição vai contar com cartazes explicativos e cerca de 100 fotos tiradas durante as saídas de campo dos biólogos. São imagens raras que trazem flagrantes e curiosidades da fauna e flora da região, até hoje praticamente desconhecida pela população. Além de fotos, também estarão expostas amostras de algumas espécies coletadas que hoje fazem parte do acervo zoológico do Museu Nacional. Serão promovidas, ainda, palestras gratuitas sobre as atividades do projeto e curiosidades sobre o MoNa Cagarras, a primeira unidade de conservação marinha do litoral carioca.

    No sábado (24/03), a primeira palestra vai apresentar as linhas gerais do projeto Ilhas do Rio. Em seguida, haverá apresentação sobre as aves encontradas no arquipélago, considerado o segundo maior ninhal da América do Sul. No domingo, a temática será sobre golfinhos, seguida de uma palestra sobre as atividades que o projeto Ilhas do Rio promove no Centro de Visitantes da colônia de pescadores Z13, em Copacabana. O evento também terá um espaço com recreação reservado para crianças.

    O projeto Ilhas do Rio foi criado pela ONG Instituto MarAdentro, com patrocínio da Petrobras, e tem como objetivo elaborar um plano de manejo para a região, tombada como Monumento Natural e única unidade de conservação marinha do litoral carioca. Pesquisadores do projeto estão fazendo visitas periódicas às três ilhas principais que compõe o arquipélago – Comprida, Redonda e Cagarra – para coletar espécies da fauna e flora, tanto marinha quanto terrestre. O projeto, iniciado em junho de 2011, tem duração de 24 meses.

    Confira, clique aqui .

    Voluntários recolhem 78 quilos de lixo das Ilhas Cagarras

    Um grupo de cerca cem pessoas partiu, em três barcos, rumo às Ilhas Cagarras, neste sábado e domingo, para limpar o arquipélago, protegido desde 2010 por uma unidade de conservação. Voluntários do projeto Ilhas do Rio, patrocinado pela Petrobras, e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) tiraram 78 quilos de lixo das ilhas, inclusive de sua parte submersa.

    O arquipélago costuma receber visitantes, que nem sempre levam seu lixo embora ao deixarem o local, além dos resíduos carregados pelas correntes marítimas para a região.

    As garrafas PET lideraram a lista dos objetos encontrados pela turma da limpeza. Dos 27 quilos de plástico retirados das ilhas, oito quilos eram só de garrafas PET. Também foram trazidos de volta para o continente 19 quilos de vidros, 13 quilos de metais e restos de redes de pesca. Em menos quantidade, foram encontrados baterias de caminhão, que são usadas também em barcos, e pneus. O material foi separado e pesado na colônia de pescadores de Copacabana.

    Fonte: O GloboEnviado por Renata Leite - 05.02.2012

    Veja também a materia do RJTV 2 edição “Falta de fiscalização nas Ilhas Cagarras preocupa biólogos e pesquisadores

    Desvendando o arquipélago das Ilhas Cagarras

    Projeto promove série de palestras com o objetivo de ampliar a informação sobre o local

     

    O arquipélago das Ilhas Cagarras

    O arquipélago das Ilhas Cagarras

    Da Praia de Ipanema, elas são admiradas por cariocas e turistas: as Ilhas  Cagarras chamam a atenção não apenas pela beleza, mas pelo pouco que se sabe  sobre sua história, fauna e flora. Mas seus mistérios estão sendo desvendados  pelo projeto Ilhas do Rio, patrocinado pela Petrobras. Palestras gratuitas, que  acontecem todos os finais de semana, às 17h, no centro de visitantes da colônia  de pescadores de Copacabana com o objetivo de fornecer informações sobre o  Monumento Natural (MoNa) das Ilhas Cagarras, primeira Unidade de Conservação  Marinha de Proteção Integral implementada no litoral carioca.

    — Apesar da proximidade com o nosso litoral, existe muito pouca informação  sobre a ilha. Os pesquisadores cariocas sabem mais sobre Fernando de Noronha do  que sobre as Cagarras, que estão em nosso quintal — diz o coordenador do  projeto, Carlos Rangel.

    O tema das palestras tem relação com os estudos que vêm sendo feitos pela  equipe no arquipélago. Ao todo, são três linhas de pesquisa: a criação de um  inventário da fauna e flora marinha e terrestre; o monitoramento ambiental e a  educação ambiental.

    Um primeiro estudo já apontou a existência de mais de 160 espécies de peixes  na região. E um “censo” das aves identificou uma população de aproximadamente 4  mil fragatas, tipo de pássaro marinho. Alíás, a ilha ganhou o nome “Cagarras” devido à grande quantidade de excremento das aves que sobrevoam o  arquipélago.

    — Conhecer a biodiversidade dessa ilha é essencial para o monitoramento do  ecossistema local — afirma Rangel.

    Neste fim de semana, as palestras vão discutir a “Educação Ambiental para  preservação do MoNa Cagarras”, no sábado, e o “Monitoramento dos Golfinhos no  MoNa Cagarras”, no domingo.

    A Colônia de Pescadores Z-13 fica no Posto 6 da Praia de Copacabana. Entrada  gratuita. Maiores informações pelo 2549-2044.

    Leia mais sobre esse assunto

    Fonte: O Globo

    Projeto Ilhas do Rio na coluna de Anselmo Gois

     

    Clique na Imagem abaixo para ampliar

     

    Ou no link a seguir para ver o mesmo artigo no Blog do Anselmo

    http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/posts/2011/11/16/as-fotos-de-hoje-416723.asp

    Ilhas do Rio no Anselmo Gois

    Projeto Ilhas do Rio no Blog do Axel Grael

    Projeto Grael passa a compor a Rede de Colaboradores do Golfinho Flíper

     

    Golfinhos Flíper em águas no entorno do Arquipélago das Cagarras. 

    Crédito: Liliane Lodi. (Instituto Mar Adentro)

     

     

    Golfinho flíper (Tursiops truncatus)

    Ontem (23/09/2011), o Projeto Grael recebeu a visita da pesquisadora e ambientalista Liliane Lodi, uma das mais destacadas estudiosas dos mamíferos aquáticos do nosso litoral, em particular dos golfinhos que habitam a nossa região. Autora de diversos trabalhos científicos e de divulgação sobre a importância de preservação estas espécies, Liliane Lodi fez uma palestra para os alunos do Projeto Grael, dando início a uma perceria: os alunos do Projeto Grael quando estiverem no mar, ajudarão o trabalho científico da pesquisadora observando e registrando as avistagens destes mamíferos.

    Com uma enorme extensão geográfica e variedade de ecossistemas, o Brasil é dono de um magnífico patrimônio biológico. Isto é motivo de grande orgulho, mas ao mesmo tempo, envolve uma imensa responsabilidade em criar e implementar estratégias de proteção desses locais e da vida selvagem que neles habita.

    Um dos objetivos inseridos no Projeto Ilhas do Rio, sob responsabilidade do Instituto Mar Adentro e patrocinado pela Petrobras Ambiental, é monitorar a dinâmica populacional dos golfinhos-flíper que vem sendo estudada no Arquipélago das Cagarras desde 2004, através da obtenção de dados sobre fidelidade de área, tamanho e composição de grupo e organização social.

    O golfinho-flíper é uma espécie comum em águas costeiras do Rio de Janeiro. No entanto, informações sobre seus padrões de ocorrência, distribuição e movimentos ao longo do estado ainda permanecem pobremente conhecidos.

    O Projeto Grael irá compor a rede de colaboradores informando dados sobre avistagens ao Instituto Mar Adentro, tais como coordenadas, comportamento, número de indivíduos no grupo, etc. Esses dados são muito importantes para o conhecimento da espécie.

    Você também poderá participar, preenchendo a ficha de avistamento que está disponível nos seguintes endereços. Lá também você aprenderá a identificar esta espécie de golfinho:

    http://www.cagarras.com.br/
    http://www.clubecariocadecanoagem.com.br/
    http://www.tempodefundo.com.br/
    http://www.ondazul.org.br/
    http://www.urcacanoeclube.com.br/

    Os golfinhos observados em seu ambiente natural são animais selvagens e podem sofrer várias injúrias e molestamentos se não admirados à distancia, com cuidado e respeito. Interações irresponsáveis com o homem podem ameaçar a saúde e segurança de todos.

    Lembre-se: golfinhos podem abandonar uma área se forem continuamente perturbados. Você é parte do esforço global para ensinar as pessoas a protegerem os golfinhos e o seu ambiente.

    Fonte: Blog do Axel Grael

     

    Um Estudo sobre as CAGARRAS

    Atobás, fragatas e golfinhos

    | Data 25/07/2011

    Clique na Imagem abaixo para ampliar

    Atobás, fragatas e golfinhos

    Ilhas Cagarras Protegidas

    | Data 02/07/2011

    Clique na Imagem abaixo para ampliar

    Ilhas Cagarras protegidas

    Projeto Ilhas do Rio no Blog Imensidão Azul

    Enviado por Pinguim Paulo Guilherme – 20.05.2011

    Monumento Natural Arquipélago das Cagarras e o Projeto Ilhas do Rio

    O RIO DE JANEIRO ESTÁ EM ALTA!!!!! A cidade é destaque, no Brasil e no mundo, e com sua alegria e beleza natural vem atraindo cada vez mais a atenção de todos e se firmando como um destino turístico com futuro promissor. Cariocas apaixonados e numerosos turistas buscam o litoral fluminense para aproveitar o sol, curtir belas praias e muita gente bonita. Mas será que as pessoas reparam no que está além das areias cariocas?

    O MONUMENTO NATURAL DO ARQUIPÉLAGO DAS CAGARRAS

    Praia de Copacabana e Arpoador com o Arquipélago das Cagarras ao fundo. Crédito: Fernando Moraes.

    As ilhas que compõem o Arquipélago das Cagarras estão situadas em frente à praia de Ipanema e constituem um cartão postal da cidade, sendo diariamente admiradas pelos cariocas e turistas. Apesar da importância ambiental e sócio-econômica, esta área permanece praticamente desconhecida da maioria dos moradores e visitantes do Rio de Janeiro.

    Desde 13 de abril de 2010, essas ilhas se tornaram a primeira Unidade de Conservação Marinha de Proteção Integral da cidade, e ficou conhecida como Monumento Natural das Ilhas Cagarras (MoNa Cagarras). Sendo considerada de grande importância para o Rio de Janeiro, pois é a primeira área de conservação marinha implementada no litoral carioca. Poderá, assim, contribuir para a diminuição da degradação dos ecossistemas insulares da região, decorrente dos diversos impactos, da pressão de ocupação desordenada de sua costa e dos conflitos de interesses que permeiam a região.

    O ecossistema terrestre das ilhas é composto por uma rica vegetação e é importante para reprodução e manutenção das populações de aves marinhas. Já no ambiente aquático, o golfinho-flíper (Tursiops truncatus) utiliza o Arquipélago das Cagarras para alimentação, descanso e criação de filhotes. Diversas espécies de peixes recifais também ocorrem na área, além de muitos invertebrados marinhos.

    Golfinhos Flíper em águas no entorno do Arquipélago das Cagarras. Crédito: Liliane Lodi

    Devido à proximidade com a costa, o uso dessas ilhas por alguns setores é notável. Populações de pescadores artesanais utilizam historicamente estas ilhas para seu sustento. Além disso, a região marinha é utilizada por desportistas, bem como por passeios turísticos de barco. Antes da criação do MoNa Cagarras, as ilhas estavam fortemente sujeitas à distúrbios antrópicos decorrentes da visitação de extratores de mexilhão, montagem de acampamento, entre outros.

    Apesar dos esforços de alguns grupos de pesquisa científica, a escassez de informações básicas sobre os ambientes terrestre e marinho é marcante e dificulta tomadas de decisões imprescindíveis para a gestão do ecossistema e do uso sócio-econômico da região. Para a criação da UC, diversos embates foram travados entre o órgão federal responsável pela área (ICMBio) e diferentes setores da sociedade. Sabe-se que a melhor solução para a mediação destes conflitos é a existência de critérios técnicos claros e objetivos que embasem as tomadas de decisões por parte do poder público, calcadas em informações científicas de qualidade. Além disso, uma maior articulação entre os seguimentos da sociedade faz-se imprescindível para discutir de maneira conjunta os problemas e soluções sócio-ambientais.

    O PROJETO ILHAS DO RIO

    Pensando nisso, o INSTITUTO MAR ADENTRO idealizou o projeto ILHAS DO RIO e foi contemplado com o patrocínio da PETROBRAS através do PROGRAMA PETROBRAS AMBIENTAL, além de contar com a parceria das maiores instituições de ensino e pesquisa do Rio de Janeiro, de diversos setores públicos e privados, e de grupos da sociedade civil. O ILHAS  DO RIO foi elaborado para auxiliar na consolidação da Unidade de Conservação, buscando a preservação da natureza e o desenvolvimento sustentável da comunidade do seu entorno.

    A criação de Unidades de Conservação requer a elaboração de um plano de manejo, que se constitui em um documento base para definir ações e a utilização da área protegida. Para tal, é necessária a existência de dados precisos sobre o ambiente físico, a biologia local, assim como os principais usos e atividades desenvolvidas na UC. Portanto, o projeto ILHAS DO RIO tem como uma das linhas de atuação a pesquisa sobre a fauna e flora do MoNa Cagarras e a sistematização dos dados obtidos, visando o embasamento do seu plano de manejo.

    Além disso, no processo de consolidação de uma UC, a falta de articulação entre os órgãos reguladores e grupos sociais pode ser muito prejudicial. O envolvimento de diferentes setores da sociedade, incluindo pescadores locais, grupos desportivos e do ramo turístico, é de fundamental importância para o desenvolvimento sustentável e conservação do MoNa Cagarras. É necessário, portanto, que estes grupos tenham conhecimento e se adaptem à legislação vigente e à nova realidade do uso do arquipélago. Neste sentido, o projeto ILHAS DO RIO executa uma série de atividades de divulgação científica, educação ambiental e mobilização social.

    ILHAS DO RIO é de grande relevância, tanto para a consolidação do MoNa Cagarras, como para a cidade do Rio de Janeiro. O projeto dará base à gestão eficiente da UC, valorizando os conhecimentos tradicionais das comunidades pesqueiras, evidenciando a necessidade do uso sustentável dos recursos naturais, sensibilizando a população em geral para o apoio às medidas de conservação e estimulando o turismo consciente.

    Vista aérea do MoNa Cagarras. Crédito: Fernando Moraes

    CONHEÇA JÁ A FAUNA E A FLORA MARINHA DO MONA CAGARRAS!!!

    Pesquisadores do projeto ILHAS DO RIO disponibilizaram para você imagens fotográficas no Museu Virtual Marinho – MUVIMAR – do Instituto Mar Adentro. Acesse já e fique por dentro das espécies que ocorrem no litoral carioca!!!!

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